RESENHA: RIO

RIO é uma animação dirigida por Carlos Saldanha (A Era Do Gelo 2) e que conta a história de Blu
(Jesse Eisenberg), uma arara azul que é levada ainda pequena, por traficantes de animais para Minnesota (EUA), se perdendo por lá e sendo encontrada por Linda (Leslie Mann). Tendo sido domesticado por Linda, Blu nunca aprendeu a voar. Anos depois Blu é encontrado por Túlio (Rodrigo Santoro), um ornitólogo brasileiro que tenta convencer Linda a levar Blu de volta ao Brasil, pois Blu é o último macho de sua espécie. Chegando ao Brasil, Blu encontra Jade (Anne Hathaway), aquela com que ele deverá procriar, caso contrário a espécie entrará em extinção. Porém nem tudo é tão fácil assim: Jade planeja escapar de volta para a selva e Blu quer voltar para casa, mas o que eles não esperavam é que ambos seriam sequestrados por traficantes brasileiros que planejam vender o casal por um alto preço no mercado negro. E agora Blu e
Jade precisam se unir para que ambos saiam dessa enrascada.
RIO é a segunda animação dirigida por Carlos Saldanha e mostra uma clara evolução em sua direção, contudo ele não fugiu dos esteriótipos que permeiam o imaginário dos estrangeiros, como por exemplo o comportamento do povo brasileiro durante o Carnaval, época em que a história se passa, além de trazer alguns personagens que em nada acrescentaram à história, como o grupo de micos que assalta os turistas que vêm à cidade.
Por fim, RIO, esteticamente falando, é um belíssimo filme, excelentemente bem fotografado e com alguns números musicais (por que não?) muito bem encaixados na narrativa, nunca soando forçados ou deslocados.
Destaque também para a bela trilha sonora do longa, que caiu como uma luva para cada cena.
Nota: 8,0
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One Response to this post

  1. barbaranonato on 16 de abril de 2011 16:56

    Concordo com você.

    Pra mim existem duas visões para filme: o divertimento, assistir por lazer e sem mensurar alguns fatores (que seria a visão infantilizada); e a crítica, onde saltam aos olhos estas cenas desnecessárias que insistem em mostrar o Brasil como um país meio selvagem e destacar roubos, favelização e outras questões do RJ (como se isso fosse atrativo e como se fosse única marca da cidade).

    Como bom brasileiro, Carlos Saldanha acertou a mão na animação, mas fez o filme como qualquer americano o faria.

    Tirando essa crítica, eu gostei bastante!
    Bj.

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