Asilo do Coringa (título original: Joker’s Asylum) é uma mini-série criada pela DC Comics, na qual o Coringa, um dos vilões mais icônicos da editora, E também o maior arquiinimigo do Batman (outro também icônico personagem da DC Comics) narra pequenos contos nos quais os personagens principais dos mesmos são, na verdade, os inimigos do Homem-Morcego.
Em cada um dos volumes, vemos a perspectiva do Coringa com relação ao comportamento e às motivações de cada um desses vilões, tornando-os mais humanos e, de certa forma, mais próximos de nós, leitores. Ao fim de cada edição, vemo-nos perguntando para si próprios a seguintes indagações: “Se eu estivesse no lugar dele, eu agiria de forma diferente?”; “Será que eles tiveram escolha?”; “Será que eles são tão diferentes assim daquele que luta contra eles?”; “Será que eles são tão diferentes assim de mim ou de você?”; “Se tivéssemos o poder para mudar as coisas, faríamos diferente do que eles estão fazendo?”
Sempre vemos os vilões como vilões, mas nunca nos perguntamos sobre as motivações dos mesmos para serem o que são, e acredito que a meta dessa mini-série seja justamente essa: A desmistificação do monstro e a aproximação do mesmo de nós.
As curiosidades ficam a cargo de duas coisas: Uma delas seria o próprio Coringa, se perfazendo como o “Coveiro”, da antiga série tanto quadrinística quanto televisiva do apresentador de “Contos da Cripta”, e a outra seria a parte técnica da revista, ou seja, a equipe por trás de cada edição nunca é a mesma, mudando desde o roteirista, até o arte-finalista, o que acaba casando muito bem com a proposta de cada um dos volumes (a meu ver, os desenhos que ficaram aquém do que poderiam ser, foram os dos volumes do Espantalho e do Chapeleiro Louco, perdendo assim, um ponto do produto final).
Outro ponto negativo (mais uma vez, na minha opinião), fica a cargo da própria leitura, que é muito curta; você mal começa a ler e o volume já se findou, deixando um gostinho de “quero ver mais disso daí”.
Enfim, considero assim, o Asilo do Coringa, uma jogada genial da DC Comics em trazer um pouco mais sobre seus principais vilões, aprofundando-os e, ouso dizer, dando uma “origem” para cada um; visto a quantidade de origens de super-heróis que têm por aí, Asilo do Coringa é no mínimo um projeto audacioso e, no mínimo interessante.
Ah, e, segundo meus cálculos, ainda faltam edições sobre Ra’s Al Ghul, Mulher-Gato, Bane, Dr. Freeze e o Ventríloquo. Fiquem então, ligados, pois em um futuro próximo, talvez tenhamos uma identificação maior com o universo dos vilões de Gotham City.
Nota: 8,0.
Para a leitura das revistas, faz-se necessária a instalação do CDISPLAY , um programa próprio para a visualização dos arquivos; para a "navegação" das páginas, basta utilizar as teclas "Page Up" e "Page Down" para "virar as páginas" e as teclas direcionais para subir ou descer nas páginas.
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Em cada um dos volumes, vemos a perspectiva do Coringa com relação ao comportamento e às motivações de cada um desses vilões, tornando-os mais humanos e, de certa forma, mais próximos de nós, leitores. Ao fim de cada edição, vemo-nos perguntando para si próprios a seguintes indagações: “Se eu estivesse no lugar dele, eu agiria de forma diferente?”; “Será que eles tiveram escolha?”; “Será que eles são tão diferentes assim daquele que luta contra eles?”; “Será que eles são tão diferentes assim de mim ou de você?”; “Se tivéssemos o poder para mudar as coisas, faríamos diferente do que eles estão fazendo?”
Sempre vemos os vilões como vilões, mas nunca nos perguntamos sobre as motivações dos mesmos para serem o que são, e acredito que a meta dessa mini-série seja justamente essa: A desmistificação do monstro e a aproximação do mesmo de nós.
As curiosidades ficam a cargo de duas coisas: Uma delas seria o próprio Coringa, se perfazendo como o “Coveiro”, da antiga série tanto quadrinística quanto televisiva do apresentador de “Contos da Cripta”, e a outra seria a parte técnica da revista, ou seja, a equipe por trás de cada edição nunca é a mesma, mudando desde o roteirista, até o arte-finalista, o que acaba casando muito bem com a proposta de cada um dos volumes (a meu ver, os desenhos que ficaram aquém do que poderiam ser, foram os dos volumes do Espantalho e do Chapeleiro Louco, perdendo assim, um ponto do produto final).
Outro ponto negativo (mais uma vez, na minha opinião), fica a cargo da própria leitura, que é muito curta; você mal começa a ler e o volume já se findou, deixando um gostinho de “quero ver mais disso daí”.
Enfim, considero assim, o Asilo do Coringa, uma jogada genial da DC Comics em trazer um pouco mais sobre seus principais vilões, aprofundando-os e, ouso dizer, dando uma “origem” para cada um; visto a quantidade de origens de super-heróis que têm por aí, Asilo do Coringa é no mínimo um projeto audacioso e, no mínimo interessante.
Ah, e, segundo meus cálculos, ainda faltam edições sobre Ra’s Al Ghul, Mulher-Gato, Bane, Dr. Freeze e o Ventríloquo. Fiquem então, ligados, pois em um futuro próximo, talvez tenhamos uma identificação maior com o universo dos vilões de Gotham City.
Nota: 8,0.
01 – Coringa
02 – Pinguim
03 – Hera Venenosa
04 – Espantalho
05 – Duas-Caras
06 – Charada
07 – Crocodilo
08 – Arlequina
09 – Chapeleiro Louco
10 – Cara de Barro
Para a leitura das revistas, faz-se necessária a instalação do CDISPLAY , um programa próprio para a visualização dos arquivos; para a "navegação" das páginas, basta utilizar as teclas "Page Up" e "Page Down" para "virar as páginas" e as teclas direcionais para subir ou descer nas páginas.
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