ACERVO DO PIMP #23

Saudações a todos e sejam bem-vindos ao Acervo do Pimp, o podcast do Ultra-BADernista.
Nessa 23ª edição eu resolvi trazer um repertório variado, passando pelos anos 70, 80, 90 e 2000, além de juntar vários estilos musicais, tais quais Rock Alternativo, Hard Rock, Brit Pop, New Wave, Punk Rock e até mesmo Blues Rock.
Praticamente um repertório criado para cair na estrada, servindo como trilha sonora, assim como em edições anteriores.
Teremos The Smiths, U2, The Cure, Yes, Wishbone Ash e muito mais!
Fiquem à vontade para opinar, criticar e elogiar!
O espaço é de vocês!

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Set-list da edição anterior (Quartetos do Rock):
01 - The Doors - The Wasp (L.A. Woman, 1971)
02 - Creedence Clearwater Revival - Pagan Baby (Pendulum, 1971)
03 - Focus - Harem Scarem (Hamburguer Concerto, 1974)

04 - Led Zeppelin - Ramble On (Led Zeppelin II, 1969)
05 - Nazareth - Down Home Girl (Play 'N' The Game, 1976)
06 - Humble Pie - Buttermilk Boy (As Safe As Yesterday Is, 1969)

07 - The Who - Bargain (Who's Next, 1971)
08 - Status Quo - Broken Man (On The Level, 1975)
09 - Kiss - Mainline (Hotter Than Hell, 1974)

10 - Cheap Trick - The Ballad Of TV Violence (Cheap Trick, 1977)
11 - Queen - Sleeping On The Sidewalk (News Of The World, 1977)
12 - Black Sabbath - Spiral Acrobat (Sabbath Bloody Sabbath, 1973)

13 - Cactus - Bag Draf (Restrictions, 1971)
14 - Camel - Another Night (Moonmadness, 1976)
15 - Pink Floyd - Sheep (Animals, 1977)
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RESENHA: AMOR SEM ESCALAS

Amor Sem Escalas é um drama com toques de humor, que conta a história de Ryan Bingham (George Clooney), um solteirão de meia-idade que é contratado pelas empresas para demitir seus respectivos funcionários.
Devido ao seu emprego, é obrigado a viajar durante praticamente o ano inteiro e, quando retorna a empresa na qual ele trabalha, se depara com uma surpresa; o seu estilo de vida encontra-se em perigo, visto que pretendem criar uma nova maneira para exercerem tal função: demissões via internet, o que reduziria as despesas da empresa exponencialmente. Tudo isso graças a Natalie Keener (Anna Kendrick), que propôs tal ideia.
Ryan então é obrigado por seu chefe (Jason Bateman) a viajar com Natalie para ensiná-la todos os pormenores de sua função e mostrar para ela que demitir pessoas não é a coisa mais fácil do mundo.
Baseado no livro de Walter Kirn, Amor Sem Escalas têm em Ryan a personificação do ser humano atual: solitário, desapegado, frio e sem planos futuros e que nunca se apaixonou, porém, em certo momento, vê suas regras pessoais sendo destruídas quando se envolve (faz uma "conexão") com Alex (Vera Farmiga), uma mulher que, aparentemente, têm um estilo de vida muito parecido com o seu. Dirigido por Jason Reitman (Obrigado Por Fumar), Amor Sem Escalas nos faz refletir sobre a nossa existência, porém sem "pregação gratuita", tendo um roteiro bem escrito, ótimos diálogos e um belo elenco de apoio, o filme demonstra uma evolução de Jason Reitman na direção e um George Clooney bastante sóbrio, como em seus papéis nos últimos anos, e que está em todas as cenas da película.
Destaque também para a trilha sonora "folk" que permeia todo o filme de maneira sublime.
Nota: 10
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RESENHA: STAR TREK

Star Trek é uma ficção-científica baseada na clássica série de TV Star Trek, e nessa nova versão, dirigida por J.J. Abrams, vemos a origem dos clássicos personagens da 1ª versão da série, antes de serem tripulantes da USS Enterprise, focando principalmente nos personagens mais icônicos da mesa: James T. Kirk (Chris Pine) e Spock (Zachary Quinto), um alienígena mestiço do planeta Vulcano, indo da infância, até a fase adulta.
O mais interessante sobre o filme é o modo como ele foi pensado: não há a necessidade de qualquer conhecimento anterior sobre a história para que possamos entender a mesma, tornando a degustação da obra excelente tanto para os fãs da franquia Star Trek quanto para os novos "entusiastas".
A escolha do elenco é excelente, com todos os personagens principais sendo bastante carismáticos; a roteiro se desenrola naturalmente, os diálogos são bastante interessantes e a narrativa consegue mesclar tanto drama, quanto ação e humor na medida certa, além de trazer efeitos especiais de maneira que ajudem a história, não sendo utilizados de maneira gratuita. Podemos dizer que mesmo quando a história se torna mais cadenciada, não perde o pique, fazendo com que não queiramos descolar do assento em momento algum.
Enfim, Star Trek é filme bastante divertido, empolgante e que presta uma digna homenagem não só aos personagens, como também a seus protagonistas do passado.  
Destaque para ótima direção de J.J. Abrams, que inseriu várias referências tanto à série de TV quanto a outros gêneros da ficção-científica.
Nota: 10
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RESENHA: O FANTÁSTICO SENHOR RAPOSO

O Fantástico Senhor Raposo é uma animação em "stop-motion" baseada no livro de Roald Dahl que conta a história de Senhor Raposo (George Clooney), uma raposa muito esperta e malandra, que prometeu à sua esposa (Merryl Streep), que iria arranjar um emprego mais seguro quando essa o revela que está grávida. Anos se passaram, Senhor Raposo agora se tornou um pai de família e também colunista de um jornal local, que também pretende adquirir uma nova residência, em uma localidade não muito segura, pois é bem próxima de 3 propriedades de fazendeiros muito mal-humorados, Boque, Bunco e Bino, respectivamente avicultores de frangos, patos e perus. Afim de alimentar sua família, Senhor Raposo então retorna à sua antiga ocupação: roubar aves.
Sem avisar à sua família sobre seu retorno à atividade noturna de furtar aves, Senhor Raposo futuramente acaba por colocar, não só sua família em risco, como também todos os outros animais do campo, que também são seus vizinhos, visto que os 3 fazendeiros se unem para dar fim às ações do astuto Raposo.
O Fantástico Senhor Raposo é a primeira empreitada do diretor Wes Anderson (Os Excêntricos Tenenbaums) fora do gênero "live-action autoral", criando um belíssimo trabalho, com toques de comédia, aventura, fantasia e até mesmo drama, como por exemplo no momento em que o Senhor Raposo confessa à sua esposa que ele não pode lutar contra sua natureza de furtar aves.
Destaque para as cenas de tomadas rápidas e sem cortes dos animais se esgueirando por território inimigo, e a trilha sonora que casou muito bem com as ações
das personagens.
Nota: 8,0
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RESENHA: TROVÃO TROPICAL

Trovão Tropical é um filme que conta a história de quatro artistas (3 atores e um rapper) que são escalados para filmarem a adaptação de um livro baseado na história real de um soldado que lutou na guerra do Vietnã, "4 Folhas" Tayback (Nick Nolte). Um herói de filmes de ação, Tugg Speedman (Ben Stiller); um ator
decadente de comédias pastelão, Jeff Portnoy (Jack Black); e um ator australiano de filmes dramáticos, que tem algumas desavenças com a imprensa, Kirk Lazarus (Robert Downey Jr.), além, é óbvio de um rapper a lá Usher, chamado Alpa Chino (Brandon T. Jackson), completam esse grande elenco que tem como única meta, salvar o projeto do filme, que os fará retornar ao topo de suas carreiras. Daí então, o veterano de guerra e o diretor tem a brilhante idéia de jogar esses 4 atores E mais um ator coadjuvante no meio da selva vietnamita afim de criarem o filme de guerra mais crú e real possível.
Trovão Tropical é uma belíssima comédia cheia de referências a filmes de guerra clássicos (além de uma breve referência ao filme O Predador), onde os atores estão muito à vontade para brincarem de ser atores, principalmente com a referência a atores reais, o que deixa tudo "tragi-cômico" quando identificados os tipos.
Dirigido, escrito e protagonizado por Ben Stiller, esse trabalho pode ser considerado seu melhor filme como diretor, até então. Com um roteiro muito bem amarrado, ótima trilha sonora, diálogos impagáveis e situações absurdas, Trovão Tropical surgiu como um respiro ao gênero da comédia, que há muito não vemos e que nos faz rir do início ao fim.
Destaque para a excelente participação de Tom Cruise como Les Grossman, um produtor extremamente arrogante e mal-humorado, e Robert Downey Jr. com sua teoria sobre como os atores que interpretam um completo retardado não ganham o Oscar.
Nota: 10
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BADERNACAST #16

Saudações a todos, e sejam bem-vindos ao BadernaCast, o podcast de bate-papo Ultra-BADernista.
Nessa edição, Pimp (MAL), Marcel Camp (vemaquinomeublog.blogspot.com) e Rafael Frassetto falamos sobre a 2ª e 3ª temporadas de LOST e todos os novos mistérios que surgiram após a 1ª temporada. O que tem dentro da escotilha, quem são os Outros, o que é a Dharma, o que é aquele pé gigante com 4 dedos, como Locke foi parar na cadeira de rodas, quem foi o responsável pelas mortes dos pais de Sawyer, o que está escrito nas tatuagens de Jack, o que é a fumaça preta, porque Kate foi presa, cadê o Walt e quem é que está cuidando do cachorro Vincent enquanto todos correm de um lado para o outro? Mistérios, mistérios e mais mistérios...! Esse é o primeiro especial DUPLO do BadernaCast (Parte A e Parte B) e, para tal ocasião, convidamos Rafael Smok (tabernadosmok.com.br) para nos ajudar a entender essa ilha tão misteriosa e sobrenatural.
Sintam-se à vontade para opinar, criticar e elogiar!
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16(A):

BadernaCast 16 (A)



16(B):

BadernaCast 16 (B)

 

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acervodopimp@yahoo.com.br 

Trilhas sonoras que tocaram de fundo nessa edição:
LOST Original Soundtrack Season 2 & Season 3 (Michael Giacchino)


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RESENHA: PASSE LIVRE

Passe Livre é uma comédia romântica que explora a vida de 2 amigos em uma crise de meia-idade, Rick (Owen Wilson) e Fred (Jason Sudeikis); um é bastante tranquilo e devotado à esposa. O outro, é um taradão que está doido para pular a cerca.
Suas respectivas esposas, Maggie (Jenna Fischer) e Grace (Christina Applegate), percebendo os rumos que seus casamentos estão tomando e, com a dica de uma velha amiga de ambas, elas decidem dar para seus maridos um "Hall Pass": ou seja, os maridos estão "liberados" do casamento por uma semana, sem se preocuparem com as consequências de seus atos. E o que vemos a seguir é o que Rick e Fred planejam e
aprontam durante sua semana de folga, mas suas esposas também terão essa semana de folga para si mesmas, o que indica que nem tudo será tão fácil quanto eles esperam.
Passe Livre é uma comédia romântica, porém, escrita e dirigida pelos irmãos Peter e Bobby Farrelly (Débi & Lóide), o que significa que teremos um roteiro criativo, inusitado, bizarro, surreal e, ainda por cima, com uma mensagem bastante reflexiva no final da película. Passe Livre pode não ser a melhor comédia dirigida pelos
irmãos; contudo, há grandes doses de diversão humor negro como há muito não se vê no âmbito das comédias românticas.
Destaque para a atuação de Jason Sudeikis que rouba a cena como o amigo louco que tem várias dicas sobre como olhar para a bunda das mulheres quando cruzam nosso caminho.
Nota: 9,0
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